sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ENCONTROS DOS DIAS 21/11 (sábado ) e 23/11 (segunda-feira)

"A vida está cheia de desafios, que se aproveitados de forma criativa, transformam-se em oportunidades."
( Maxwell Maltz )

E o município de Ananindeua, onde trabalho, localizado na grande Belém sendo o segundo município mais populoso do Pará e o terceiro da Amazônia, com escolas nas ilhas, no centro e nos bairros e uma universidade particular, portanto desafia os alunos por meio de vários programas educacionais inclusive o Gestar II que está capacitando os professores a fim de que, ministrem aula de qualidade para diminuir as dificuldades dos alunos.




Além do Gestar II desafiar o aluno para a reflexão, criatividade e prática, outros incentivos surgiram como "Aluno nota dez" onde o mesmo recebe um cheque de R$100,00 naquele bimestre e os pais um cartão para desconto em vários pontos comerciais, o "Cursinho Popular", que oportuniza quem conclui o ensino Fundamental,"Revela talentos", que busca nas escolas poetas, poetisas e estes desafios poderão se transformar em grandes oportunidades para quem souber aproveitar, e nós do Gestar torcemos por todos.



"Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço.
(Dave Weinhbaum)

Nós que fazemos o Gestar II de língua portuguesa de Ananindeua - Pará não medimos esforços para que o grupo tenha bom desempenho em sala de aula, por isso programamos, organizamos e realizamos várias atividades com os cursistas para que possam dinamizar suas aulas e tornar real o objetivo maior do curso que é mão dupla entre a teoria e a prática e isso chamou muito a atenção, porque observaram que não é um curso em que se apresenta apenas a teoria e sim, dá condições para o professor usar os assuntos do programa da Secretaria com nova roupagem.




Ao iniciarmos o encontro lemos os textos "Sonhar" e o "Carpinteiro e a Casa" por causa do desenvolvimento do projeto que os cursistas estão idealizando.

Sonhar

Você precisa ter sonhos, acreditar que a toda hora, acontecerá coisas boas que mudará o rumo de sua vida.
Você precisa dizer sempre a você mesmo: -Vou conseguir! -Vou superar! -Vou chegar ao meu sonho!
Não importa o tamanho dos sonhos, sonhe muito e sempre mesmo que estes não se realizem como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser o melhor para você.
O Carpinteiro e a Casa.

Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
Contou ao seu chefe os planos de largar o serviço de carpintaria e construção de casas, para viver uma vida mais calma com sua família. Claro que sentiria falta do pagamento mensal, mas necessitava da aposentadoria. O dono da empresa pediu que construísse uma última casa como um favor especial.
Ele não se empenhou no serviço e utilizou mão de obra e matéria prima de qualidade inferior.
Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é sua casa", ele disse, " meu presente para você". Que choque! Que vergonha!
Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente.
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Os dois textos nos levaram à reflexão de que temos que idealizar o projeto pedagógico, sonhar com uma escola renovada e socializar com os demais colegas de outra disciplinas a fim de que seja construído o global, onde cada professor realizará ações envolvendo a leitura e a escrita e que esta idealização tem que ser bem feita sem pensar se ficará ou não na escola em que está,por isso é preferível pensar que o projeto será desenvolvido também por você.
Após este breve comentário ouvimos a opinião dos cursistas que falaram dos sonhos e alguns cursistas contratados não sabiam se no próximo ano estariam ainda na rede, mas que se empenhariam na idealização do projeto.
E o projeto foi retomado e cada cursista deu continuação à ideia proposta.
Para descontrair cantamos uma música e interpretada pela cursista Aila. todos riram bastante, deu mesmo para descontrair.

Eu preciso de você.
Você precisa de mim
Nós precisamos de Cristo
Até o fim
Sem cessar
Sem parar
Sem vacilar
Sem temer
Sem chorar

A professora Vera perguntou como cada cursista trabalha a gramática em sala de aula e cada um fez um comentário:
A cursista Helena falou que antes trabalhava a gramática pura e os alunos não aprendiam, ou aprendiam apenas por um período, após usar a pesquisa, resumo e estudo em grupo e individual sobre os assuntos como figuras de linguagem, os alunos apresentaram o assunto com convicção e portanto aprenderam e após esta experiência eu deixo o aluno à vontade para pesquisar, resumir e socializar e até criamos um regulamento para a sala de aula.
Solicitou que não esquecéssemos de marcar encontro após a parte presencial do Gestar II para socialização de experiências.
A cursista Karina comentou que a Secretaria, os concursos cobram a gramática, os pais e ela aplica, mas sente que está mudando os pouco, hoje usa bastante textos.

A cursista Ana Maria que trabalha com figuras, solicita a interpretação e depois é que parte para a gramática de acordo com a ideia do texto desenvolvido.

O professor Luiz Amoras trabalhou a gramática por meio de pesquisa e se surpreendeu com a turma, uma vez que usaram vários suportes inclusive álbum seriado para a socialização. Comentou que os alunos aprendem mais quando são eles que organizam a aula, porém frizou que em uma turma deu certo, mas na outra turma não, pois não houve esforço por parte dos alunos.


Trabalhamos as unidades 5 e 6 do Tp 2 e a oficina escolhida foi a 3 da unidade 6, texto "Quatro ", de Leão Cunha.

A cursista Jeane trabalharia com a 7ª série a leitura de texto, significação das palavras, emprego das palavras.
Questões que seriam levantadas sobre o texto lido:
1- Relacionar os quatro elementos científicos aos quatro elementos sociais.
2- A partir da leitura do texto exemplifique um tipo de frase.
3- Construa duas orações uando as palavras" terra e mágoa.
4- Empregue outras consoantes na palavra "AR", como por exemplo a palavra Bar. Em seguida escolha uma das palavras que você criou e construa um período composto.
5- Crie um texto narrativo utilizando cinco palavras do poema.

As cursistas Karina, Ivonete e Raquel, trabalhariam com a 5ª e 6ª séries.
1-Apresentariam a imagem aos alunos, fazendo com que o grupo a interpretasse levando em consideração os quatro elementos.
2- Provocar no aluno a curiosidade na interpretação do texto propondo as seguintes questões
a-) Qual a relação entre a imagem e o poema?
b-)Por que o poeta colocou o poema na ordem inversa?
c-)A que "maus" elementos o poeta se refere no poema? Justifique.
3-Trabalhar o poema concretista, que foge da estrutura convencional do poema.
4-Produção textual " Breve comentário da imagem"
5-Análise linguística: Letras, fonemas e dígrafos.

Outros cursistas trabalhariam a interdisciplinariedade entre português, ciências, geografia e arte. O bom é que nossos cursistas já não trabalham a gramática pura, todos estão procurando acompanhar a época usando texto.

Gramática

Não termines tudo com um ponto
Fica mais suave com reticências...
Enquanto me olhas com este olhar de interrogação,
Puxa-me forte para perto de teu corpo
e me faz uma exclamação!
(Alessandra Tussi)


Como motivação usamos quem "Conta um conto aumenta um ponto".

Distribuimos papel e o cursista escreveu o nome e o início da história e passando de cursista em cursista para que cada um continuasse a narrativa, até chegar ao dono da história, depois solicitamos a leitura e apenas uma narrativa estava incoerente, foi muito engraçado...



Apresentamos uma sequência de figuras e explicamos que os cursistas poderiam solicitar uma narrativa de acordo com a colocação das figuras e usar a criatividade.

Para concluir avisamos que fizessem leitura do Tp2 " Arte ", tP4 (revisão) e Tp6.

De tudo ficaram três coisas: a certeza de que estamos sempre começando... A certeza de que precisamos continuar... A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar... Portanto, devemos: fazer da interrupção um caminho novo... Da queda um passo de dança...do medo um trampolim... Do sonho uma ponte... Da procura um encontro...
( Fernando Pessoa )

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

ENCONTROS DOS DIAS 07/11 (sábado) e 10/11 (terça-feira)

RECORDAÇÕES:

"Quem foi ao Pará parou, tomou açaí ficou". Você lembra do açaí que tomou em Belém do Pará?




É excelente para interdisciplinariedade e socialização em sala de aula, aproveitem, além do que você observa temos lenda, culinária, artesanato, músicas. aproveitem a dica!

Nos encontros dos dias 07/11(sábado) e 10/11(terça-feira), na escola São Paulo e na Faculdade fama de 8:00 às 18:00, iniciamos ouvindo uma professora que estava triste por problemas familiares e surgiu a ideia da música de Martinho da Vila.

Canta, canta minha gente
Deixe a tristeza pra lá
Canta forte,canta alto
Que a vida vai melhorar
..........................................

Deus nos conduziu porque para a hora do acolhimento eletrônico pois a professora Vera havia escolhido o slid "Gotas de Bênção" de Sabine Sagitar que foi adequada a situação do momento

"Para que tenhas paz e alegria sinta neste momento que derramam-se sobre ti as fontes de luz.

Logo após partimos para a leitura em sequência e reflexão sobre a "Gestão do tempo" para chamar atenção sobre a organização da agenda, porque o Gestar já está chegando ao final da fase presencial e o projeto tem que ser socializado.


" Que não importa o quão cheia está a nossa agenda; se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais compromissos"

E que as pedras grandes tem que ser colocadas por primeiro. No caso o projeto.


E um por um dos cursistas comentou sobre o texto e a professora Silvia frizou que devemos colocar as pedras grandes primeiro, mas não esquecer de nós, principalmente a mulher tem que se cuidar em todos os sentidos.

Para concluir "Variações linguísticas" a professora Vera mostrou um quadro com vários rostos, vários tipos físicos, para dar ênfase as variações linguísticas. Depois mostrou propagandas com desvios ortograficos e chegamos a conclusão que devemos auxiliar muito nossos alunos na parte da ortografia, porque ideias "brotam", mas alguns precisam de ajuda e essa ajuda tem que ser individual. Uma cursista conseguiu diminuir um pouco o problema copiando no quadro textos pequenos e selecionados uma vez na semana, após leitura cópia e verificação dos cadernos.



Observamos que a pessoa tem visão de mundo e que consegue passar a mensagem por causa da causa e intenção.

A Professora Sandra Redondo socializou a culminância da aula sobre gêneros textuais aplicada na escola "Maria Emília", onde comentou que foi um sucesso a trajetória porque houve o trabalho de pesquisa, de material e reflexão dos alunos sobre o assunto, ela ficou maravilhada com tudo o
que aconteceu.



Foi trabalhada a música " CHOPIS CENTIS" , do grupo Mamonas Assassinas

Eu di um beijo nela
E chamei pra passear.
A gente fomos ao chopping
Comi uns bicho estranho, com um tal de gergelim.
Até que tava gostoso,mas eu prefiro
aipim.
Quanta gente, quanta alegria,
A minha felicidade é um crediário nas
Casas Bahia.
Esse tal de Chopis é muito legalzinho.
Pra levar a namorada e dar uns
rolezinhos
Quando eu estou no trabalho,
Não vejo a hora de descer dos andaime.
Pra pegar um cinema, ver Schwarzneger
E também o Van Damme.
Nessa música, o grupo intencionalmente explora uma variante linguística. Por isso, cria um personagem que teria determinadas características de fala.
No primeiro verso da canção, foi empregado "di", em lugar de dei. Esse erro é muito comum entre crianças que estão aprendendo a falar e com esta introdução deixamos os cursistas idealizarem como usariam este texto na sala de aula e tivemos:
Leitura, canto e comentário sobre os autores.
Iterpretação e reflexão sobre a vida e a realidade dos alunos
Reescritura de texto em língua formal para comparar com o texto original.
Identificação das marcas de oralidade e humor
Pesquisa sobre dialetos regionais e socialização
Pesquisa e socialização sobre a época de 90
Montagem e explicação de uma maquete com referência a música.

Depois apresentamos o poema "À Moda Caipira" de Elias José.
U musquitu ca mutuca
num cumbina
U musquitu pula
i a mutuca impina
U patu ca pata
num afina
U patu comi grama.
i a pata qué coisa fina.
......................................

Fizemos leitura de pegadinhas e textos onde apareciam as palavras bicicreta, prástico e outras presentes no cotidiano dos alunos.
Apresentamos o dicionário "Papa chibé" onde contém as pérolas do cotidiano paraense, com exemplo:
Porrudo - grande, gordo
Eu choooro! - não estou nem aí, dá teu jeito.
Pai d' Égua! - excelente ou ruim conforme a entonação de você
Maninhu - colega, amigo

Bolamos um Bingo com variedades linguísticas do Pará. Cnfeccionamos cartelas com 15 palavras cotidianas do paraense, onde o ganhador receberia o prêmio e elaboraria um texto criando uma situação com as palavras da cartela e socializaria com os amigos por meio de uma dramatização.
Distribuimos papel padronizado para o projeto e cada cursista fez a sua parte.

"As dificuldades que você encontra se resolverão conforme você avançar. Prossiga, e a luz aparecerá e brilhará com clareza crescente em seu caminho"
(Jean le Rond D' Alembert)

Exibimos o slid que mostra a língua Portuguesa no mundo. Após ouvimos os cursistas e uma professora comentou que as escolas receberam material do MEC, onde contém este assunto com o nome de " Além mar".

Como podemos observar em todos os encontros chegamos a conclusão de que o GESTAR é:




Gosto pela mudança.
Experiência compartilhada
Satisfação nos encontros
Transformação na prática
Animção na sala de aula
Responsabilidade com a educação

A missão da escola, atualmente, e dar prioridade à língua escrita. Ela é muito importante para a formação do aluno, mas não se deve esquecer que a oralidade não pode ser deixada de lado. É possível trabalhar o funcionamento da língua por meio de texto como forma de acesso natural à língua, explorando a oralidade e a escrita.

"Não devemos esquecer que os pingos de chuva fazem um buraco na pedra não pela violência, mas por cair com frequência", por isso devemos insistir com as variedades linguísticas para que o aluno saiba adequar a fala as diversas situações de uso.
(Confúcio)

sábado, 21 de novembro de 2009

ENCONTROS DOS DIAS 24/10 (sábado) e 29/10 (quinta-feira)

Nesta postagem quero que você que é paraense que está longe por alguma razão, ou que já passou por aqui e saboreou os dois pratos típicos de nossa culinária feche os olhos e sinta o sabor e o aroma do "pato no tucupi e da maniçoba", pratos sempre presentes nas festas comemorativas e principalmente no almoço do círio, época em que as famílias se reunem para festejar mais um ano de vida, alegria e prosperidade.

Pato no tucupi, pato assado de forno destrinchado e cozido novamente no tucupi com jambu, verdura que possui propriedades anestésicas, causando uma leve sensação de tremor na língua.

Maniçoba é uma espécie de feijoada em que as folhas da mandioca, conhecida por maniva são usadas no lugar do feijão. A maniva deve ser cozida por sete dias sem pausas até ficar verde enegrecido para perder o ácido cianídrico.

Bom apetite, porque estas duas iguarias são pratos cheios para o professor explorar em sala de aula em todas as disciplinas em qualquer região.




Eu aprendi que quanto menos tempo tenho, mais coisa consigo fazer"
(shaskeapeare)

A viagem fantástica continua e está muito interessante, porque quanto mais o cursista aplica o "avançando na prática", mais satisfação ele sente em participar desta viagem, por isso esse dia -a-dia deve ser registrado e não arquivado para que outras pessoas tenham conhecimento das atividades realizadas nas oficinas do Gestar, nas práticas de sala de aula, nas reflexões, nas trocas de experiências, além deste registro é pensamento nosso de que o resultado das oficinas e projetos sejam digitados e entregues a todos os cursistas. A professora Helena Viana vai mais além, quer reunir com o grupo de língua portuguesa para pesquisar textos adequados a série e interesses dos alunos, também sugere que após o término da "viagem fantástica" o grupo se encontre de dois em dois meses para troca de experiências.



Tudo isso nos faz pensar que o potencial de realizações está em nossas mãos e que vai mais longe quem tem um propósito, quem se prepara para o impossível, quem tem um porquê enfrenta qualquer como, por isso não devemos desistir de nossas ideias, devemos realizá-las, registrá-las e apresentá-las à comunidade.

Pois "para fazer mudanças não é preciso buscar novas paisagens. Basta apenas olhar com novos olhos" (Marcel Proust)
Nos dois encontros um na escola "Agostinho Monteiro" e outro na "Faculdade Fama" de 8:00 às 18:00 horas iniciamos com a música "Dias melhores" de Jota Quest, porque estamos participando do GESTAR e queremos dias melhores para sala de aula, para os alunos, pais e para o município em que trabalhamos, acreditamos que seremos melhores do que antes, porque tudo nós já faziamos e agora estamos colocando uma nova roupagem, recriando, " o mesmo objeto e um novo olhar" . Depois exibimos o slid que fala de "pipocas" comparando com as pessoas que muitas vezes precisam passar pelo fogo para se transformar e muitos passam pelo fogo e ficam do mesmo jeito se tornando um milho piruá, aquele que não serve porque não mudou e é isso que não queremos que aconteça com os cursistas, que terminem o curso e voltem a usar a prática antiga, desejamos mesmo que todos se transformem em uma flor branca e macia em que se transforma o bom milho de pipoca e não em piruás. logo em seguida abrimos para o debate.

O debate é muito interessante porque dá oportunidade das pessoas falarem realmente o que sentem com aquela mensagem, a relação que fazem com o curso, a vida profissional e a vida familiar.



Após o debate exploramos a teoria de projetos para facilitar a tarefa dos cursistas onde falamos um pouco da história, porque, então trabalhar com projetos, o que deve conter em um projeto, as perguntas, alguns temas como: moradia, cidadania, integração família escola e outros sugeridos de acordo com o problema de cada escola e além dos materiais nós apoiamos no Guia Geral do programa de língua portuguesa.

Alguns cursistas relataram fatos da escola em que trabalham para ter certeza do tema, outros pesquisaram na própria escola por meio de uma lista, para ver qual o mais votado, um grupo solicitou reunião com a gestora e demais professores porque o projeto é interdisciplinar e os demais poderiam não querer desenvolver tarefas relacionadas ao projeto.

Estamos dando condições para que cada cursista idealize e documente seu projeto.

Para relaxar aplicamos a "Dinâmica para interpretação de texto", onde se faz uma lista com pelo menos 15 itens ou coisas e destaca-se o último. " Faça apenas o número 2.


O que se observa é que a grande maioria não presta atenção, pois a primeira instrução diz:" Leia atentamente até o final", então fazem tudo o que tem na lista, quando chegam na última é que descobrem que era para fazer apenas a tarefa de número 2, mas para que isso aconteça o instrutor avisa que a dinâmica será uma competição e ganhará quem terminar primeiro.

Iniciamos o TP1 que trata de "variações linguísticas", onde foi distribuído o texto "A estranha passageira"(Preta, Stanislaw Ponte), o qual direcionou para várias piadas, chegando-se a conclusão de que a linguagem informal é realmente usada entre familiares e amigos, por esta razão a professora Raquel contou várias piadas, a professora Helena leu o poema "O qui é Brasí Cabôco? " e o grupo cantou " Saudosa Maloca". Após toda esta dinâmica se perguntou como era a fala dos alunos com relação a variação linguística e os professores responderam que não tinham caso do tipo das variações citadas, porém havia a gíria, palavras típicas da região e troca de letra e fonema.

A Professora Maria Dias expôs um slid sobre variação linguística que continha a ideia de que a escola precisa abrir-se à pluralidade dos discursos, uma vez que deve propiciar o contato do aluno com a maior variedade possível de situações de interação comunicativa e que o professor deve intoduzir, ao mesmo tempo o respeito e a aceitação aos vários falares dos alunos e por outro lado, uma prática de ensino e aprendizagem cujo objeto de estudo seja os próprios textos dos alunos (orais e escritos), o que também não significa o abandono ao ensino da língua culta/padrão, pois esta continua sendo a variante de prestígio, portanto é importante que seja trabalhada em sala de aula. Além disso é imprescindível que haja frequentemente uma prática de reflexão sobre o uso das variedades linguísticas existente no país, nos diversos gêneros textuais.

Ainda se trabalhou as variações dialetais e de registro e a classificação das variedades linguísticas.

Para dinamizar o assunto os cursistas encenaram o texto "Retrato de velho"(Andrade, Carlos Drummond), foi um sucesso se divertiram muito.


Oficina do TP1, o texto "A outra senhora" de Carlos Drummond de Andrade, na visão das cursistas: Aila Damasceno e Jeane Pereira, o texto causou um impacto contrário ao objetivo - de falas amorosas e atenciosas para com a mãe, pois esperávamos um texto mais particularizado entre o cotidiano, mãe e filha..

Acreditamos que, para causar exatamente este impacto, o autor ironocamente, criticou o excesso de propaganda, o consumismo e a falta da aluna em redigir um texto próprio. Ela fez cópias de propagandas, criando um texto "remendado" de vários textos. Mesmo citando situações vividas por sua mãe, utilizou-se de terminologias não comuns ao gênero carta.

A crítica do autor fez referência, também a questão comercial e econômica que é dada ao "Dia das mães", fazendo com que as pessoas se preocupem somente com objetos materiais deixando de lado o valor emocional da data.

Para realizar a aula utilizando esta crônica, pensamos em: leitura e discussão do texto, identificar e copiar somente a escrita própria da aluna, reconhecer as marcas da oralidade no texto, explicar as etapas de uma carta, enumerar quanto e quais produtos ela pensou em comprar, identificar os problemas que a mãe iria ter ao usar os produtos, escrever a moral da história, identificar os erros de ortografia e de pontuação, elencar os termos utilizados no diminutivo falar sobre a diversidade linguística dos termos técnicos, gírias, estrangeirismo, produzir um texto sobre o tema abordado " Dia das mães". Público alvo 6ª série.
As cursistas Ana Maria e Otília seguiram o pensamento das cursistas acima citadas, porém como produção textual solicitariam uma mensagem natalina para trocar com os colegas e outra para ornamentar à escola.
As cursistas Raquel Campos e Helena Viana iniciariam falando sobre a importância da mãe na base familiar e o apelo do capitalismo com relação ao dia das mães. Formariam grupos para responder perguntas sobre o texto e a produção seria uma carta ou crônica a partir de outra data comemorativa. Público alvo 7ª e 8ª séries.
As cursistas Raimunda Teófila e Karina Macedo enfatizaram a visão machista sobre o papel das mães que deveriam segundo esta visão, " estar voltado par o trabalho doméstico", isto se reforça pelos presentes pensado pela menina.
O autor deixa transparecer que mais importante que presente material é o amor da filha e solicitariam uma dissertação sobre o tema ou a influência dos anúncios de propaganda na vida dos consumidores. Público alvo 7ª e 8ª Séries.
Os cursistas Nelito, Ângela, Waldelice e Sandra Silva após a leitura solicitariam uma pesquisa das palavras desconhecidas, fariam uma análise coletiva das idéias do texto para ver se está de acordo com a realidade do educando e gramaticalmente trabalhariam colocação pronominal, adjetivos, diminutivos, formas de tratamentos e a produção textual seria uma carta.
Os cursistas Dino Curtis, Joelma Leão e Maria das Graças Cunha, após leitura fariam uma análise sobre o texto observando o sentido formal e informal e o consumo desenfreado
solicitariam que o aluno reescrevesse o texto em sua própria linguagem para dramatizá-lo. Público alvo 8ª série.
Os cursistas Renato e Liliam explorarim esta centralização nos afazeres domésticos e que em muitas famílias a mãe é quem sustenta a família, portanto é o "esteio da casa".
A produção textual seria uma crítica reflexiva sobre a família brasileira.
O cursista Dimitri após leitura e análise do texto sobre o tema e a forma exploraria muito o "querer e o o poder" e a situação das pessoas comprarem o que não podem por causa da propaganda. Publico alvo 8ª Série.


Após a escrita fez-se a socialização e incentivo para a próxima oficina.
Incentivamos para que façam os "avançando na prática" porque:
O gestar é atualização
O gestar é atenção
O gestar é reflexão
O gestar é interação
O gestar é cooperação
O gestar é animação
O gestar é disposição
O gestar II, ano 2009 está chegando ao final da fase presencial, fase que transformou a vida profissional das pessoas envolvidas e comprometidas com a educação, que pesenciaram e sentiram a alegria no rosto de cada aluno que apresentou e defendeu a pesquisa indicada pelo professor e que com esta apresentação sentia-se importante, porque naquele momento ele era o dono da situação, portanto tinha a atenção de todos e esta felicidade do aluno foi gratificante para o cursista que interagiu e chegou a conclusão que valeu a pena pelo que ensinou e aprendeu com o aluno.
Por tuda esta mudança é que solicitamos que o cursista realize os avançando na prática para que possamos documentar a mudança na prática pedagógica.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

ENCONTRO DO DIA 8/10/09 (quinta -feira)

O encontro do dia 8/10/09 foi marcado por entusiasmo espiritual porque se aproximava a grande festa, o "Círio de Nossa Senhora de Nazaré " evento este que chega a ser considerado o "Natal dos Paraenses" e acontece no segundo domingo de outubro, este ano dia 11/10.




UM GESTAR EM CADA ESCOLA

Iniciamos pelo vídeo "trabalho em equipe", onde frizamos que se cada um fizer sua parte na escola, tudo irá as mil maravilhas e que o projeto elaborado trará bons resultados, porque cada pessoa envolvida saberá o que fazer e fará com empenho, pois a ideia do projeto será divulgada na escola em reunião com o corpo técnico e docente, uma vez que a diretora de ensino Fundamental de Ananindeua, Professora Edilza Correia, conversará com as gestoras e orientadoras para que seja feita a divulgação do projeto interdisciplinar, por isso solicitamos que pensassem em um tema, que olhassem a escola em que trabalham e percebessem qual a real necessidade da mesma, já que o objetivo do programa é a idealização de um projeto onde seja desenvolvido os conhecimentos adquiridos no mesmo e que seja contextualizada à realidade da escola

CONCRETIZAÇÃO DO GESTAR PARA O PÚBLICO de ANANINDEUA PARÁ
Além do vídeo, para motivá-los informamos que a diretora de ensino Fundamental quer que o Gestar II em Ananindeua seja reconhecido por meio de algo, como criação de uma revista, livro e outros... A cursista Jeane deu a ideia e um livro com os projetos elaborados no curso, mas não é definitivo, esperamos ter outras alternativas.
DIFICULDADES FUTURAS DE IMPLANTAÇÃO DO PROJETO
Escutamos alguns cursistas que falaram da dificuldade que enfrentarão na execução do projeto, uma vez que nem todos os professores das escolas de Ananindeua estão fazendo o programa Gestar, encorajamos e reafirmamos que estamos a disposição para a teoria e até mesmo para irmos às escolas falar da importância da execução do projeto na mesma, por isso solicitamos que sejam sábios e que procurem uma temática de acordo com o problema encontrado na escola, pois:


Sábio é aquele que permite descobrir, que reconhece a importância de aprender o novo e que abre seu coração para sentir e ouvir...

Sábio é aquele que diz sim para a vida, que desperta o amor em si e em seu semelhante, na intenção de criar um mundo melhor para todos.


Logo após a reflexão, comentários e desabafos os cursistas manusearam dois modelos de projetos de leitura pesquisados na internet que servirão de base, ou luz para outros, idealizados no grupo de professores. Os projetos foram: " LEITURA E ESCRITA UTILIZANDO A LITERATURA DE CORDEL", " DO LIVRO PARA A LEITURA, DO LEITOR PARA A LEITURA DE MUNDO" .
Este é o grupo de cursista que juntamente com os colegas das escolas construirão o projeto, pois sabem que por mais difícil que seja a situação, não deixarão de acreditar e lutarão até o último momento.




Outro momento foi o do reforço sobre o texto : "Composição Salário Mínimo ", de Jô Soares, onde os cursistas chegaram a conclusão de que é um texto ótimo para sala de aula, já que oferece muitos recursos como: contexto social, gênero textual, tipos de linguagem formal e informal, trabalha com informações implicita e explicita, variedade linguística, sequência narrativa e descritiva, argumentação, desvios de gramática: concordância, coerência, pontuação..

O procedimento nas ideias das professoras: Roberta Barros, Otília Pereira, Valdelice Ferreira e Maria das Graças Cunha, para 8ª série, após leitura do texto de Jô Soares os alunos farão uma plenária a respeito de como as famílias vivem com o salário mínimo, falando do trabalho dos pais e da própria casa, solicitar uma pesquisa sobre o que daria para comprar com o salário mínimo nos supermercados, farmácias, feiras, padarias etc. próximos à comunidade escolar, apresentar o resultado da pesquisa com opiniões sobre o assunto na data combinada, depois leitura retirada de um jornal a respeito do assunto, confrontar os dois textos, enfatizando diferenças e pontos comuns, porém o mesmo assunto, aproveitar para mostrar que a linguagem de um texto pode ser diferente de acordo com vários fatores e intenção, produzir um texto sobre a situação social do Brasil, propondo possíveis soluções para os problemas do país, socializando com a turma os textos redigidos outra produção textual humorístico e irônico tendo como base o texto lido.

Procedimentos para a 5ª e 6ª séries nas ideias da professora: Helena Viana, Aila Damasceno, leitura enfatizando a fala infantil, identificar parágrafos, o gênero textual, analizar a sequência que compoem o texto, falar sobre o autor, identificar sequência narrativa e descritiva, comentar o que é o salário mínimo, o valor, quem ganha, ver esse valor em dobro, tríplo... fazer uma reflexão sobre moradia, alimentação, saúde, propor uma produção com um dos assuntos tratados no texto como: palavrão, aposentadoria, cesta básica, desemprego, constituição e escola. A cursista apresentou um texto sobre palavrão.

Procedimentos para a 7ª série nas ideias dos professores: Dimitri Braun, Liliam Santos, Raquel Campos, por meio da leitura do texto ajudar o aluno a desenvolver a sua criticidade, trabalhar vários conteúdos como coerência, coesão, concordância, regência, pontução, tempos verbais, gênero textual,linguagem formal e informal, argumentação, entrevista orientada a respeito do assunto. Produção textual sobre a citação "Quem não sabe pensar, acredita no que pensa. Mas quem sabe pensar questiona o que pensa".

Depois desta convivência agradável fui me preparar para as caminhadas e almoço do Círio 2009.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ENCONTRO DO DIA 30/09/ 09.

"Às vezes é necessário dar um passo atrás para dar dois à frente"
(Diego)



Na segunda etapa do Gestar II em Ananindeua - Pará, nós formadoras resolvemos fazer um reforço de atividades dos TPs, uma vez que, alguns de nossos cursistas estavam devendo tarefas, por esta razão trabalharemos sempre com dois TPs, como exemplo: Tp3 e TP1, para não atrasar muito e dar oportunidade a quem precisa, porque :

Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

Por isso se dará oportunidade aos cursistas que tiveram problemas quanto as lições de casa, a fim de que sintam na prática a mudança que acontece com a metodologia do Gestar.

O encontro do dia 30/09/09, aconteceu na Faculdade FAMA de 8h às 18horas. Iniciamos com a leitura de um texto "Acreditar e Agir" texto retirado da Internet e com título invertido para se adequar a motivação pretendida. O mesmo foi lido pela professora Helena Viana e comentado pela mesma e demais professores, onde se fez a relação do Gestar com o texto e observamos que realmente existe uma corelação entre o texto e o Gestar, pois não adianta só acreditar, tem-se que colocar em prática em sala de aula, a fim de que os "Avançando na Prática" aconteçam de verdade. Também como reflexão o vídeo " Que diferença faz uma estação"

Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma parreira que estava plantada em um local distante.

O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono.

Quando todos eles partiram, e retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.

O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore.
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem são eles, é o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas

Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras.

Desta forma ninguém pode julgar o Gestar antes do final do mesmo e da aplicação por meio de projeto o qual se está trabalhando por etapas, para que seja bem pensado e aceito por todos os professores das referidas escolas.

Depois listamos as atividades realizadas nos encontros anteriores para fazer um balanço e cada cursista pode ver o que faltava realizar e o quanto os demais haviam realizado, porque alguns cursistas tiveram problemas com referência ao calendário escolar e eventos por parte da Secretaria de Educação (SEMED) e nós não queremos que saibam o que fazer, que estejam vendo o objeto, mas sejam abatidos por dificuldades como se estas fossem água fria, como se apanhassem dos acontecimentos tanto da escola como da Secretaria deixando para segundo plano o Gestar, e desta maneira caíndo na rotina "eu não faço porque sempre foi assim" conforme ilustrarei com um trecho do texto "As Bananas", retirado da Internet.

Numa experiência científica um grupo de cientista, colocou cinco macacos em uma jaula.
No meio uma escada e sobre ela um cacho de bananas.

Quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir à escada, os outros o pegavam e batiam muito nele
Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.


Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir à escada, dela sendo retirado pelos outros que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia à escada. E substituíram todos os macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir na escada, com certeza responderiam: " Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui".

Nós do GESTAR não queremos que professores que não fazem o gestar influenciem; de modo negativo os que estão se esforçando para estudar em casa, realizar atividade na escola e participar das oficinas, por isso procuramos dar as mãos e fazer o melhor para verem que vale a pena participar .




Distribuímos para quem faltava as "Avaliações Diagnósticas" e novamente falamos da importância da mesma para avaliar a turma escolhida, servindo como entrada para diagnosticar as dificuldades e a partir daí ter o pé no chão para as ações, frizamos também a importância dos descritores e cada cursista analizou o bloco de provas e após esclarecimentos das dúvidas, anotamos a série, a turma, e o número de alunos para que a Secretaria Municipal de Educação se responsabilize pelas cópias e marque o dia das aplicações das avaliações.

No momento de troca de experiências a professora Vera comentou de seu trabalho com as "Receitas Criativas", onde os alunos passaram primeiro pela execução de uma receita bem simples e própria para a idade deles, depois partirem para as receitas criativas, com temas livres, como: receita para respeitar os mais velhos, para ser estudioso, para não envelhecer etc. tendo como suporte livro. Também a referida professora trabalhou "A Literatura de Cordel" com uma turma de 5ª série, comentou que eles não tiveram dificuldades em criar os poemas. A professora Maria Dias, após trabalhar com a 6ª série verbo no modo imperativo, também trabalhou com o gênero " receitas criativas" em painéis, para os alunos a aula foi bem diferente, pois queriam mostrar o que haviam redigido e também com esta mesma 6ª série trabalhou Classificados iniciando por uma pesquisa no jornal, leitura recorte e colagem, estudo da técnica de elaboraçãoa e a prática em classificados engraçados. A professora Helena Viana deu depoimento de que a aula que ministrou a respeito do assunto metáfora com letra de música e poesia foi muito produtiva e de fácil entendimento. A professora Raquel que trabalhou com classificados comentou que foi muito agradável, que foi uma aula diferente e que verificou que sua prática mudou para melhor. E certamente quem aplica a metodologia do Gestar se transforma.





"A maioria das pessoas enxergam o mundo como ilusões, algumas outras enxergam a realidade, mas apenas os sábios tem a capacidade de transformar."
E todos nós que fazemos o Gestar iremos transformar a educação em algo agradável, porque nossos cursistas já perceberam que o aluno não quer mais aquela aula onde apenas o professor age, ele hoje quer interagir.
Solicitamos que escolhessem três atividades do "Avançando na Prática" realizassem em sala e trouxessem o resultado com relatório para o grupão.

Para descontrair usamos a dinâmica do Kit de material escolar: lápis, borracha, liga, cliper, caneta, um coração, pedaço de papel, liga e um chocolate. cada cursista falou o significado dos materiais para si. Foi muito bom porque levaram como presente e aoraram o chocolate.



Iniciamos o reforço da Oficina 5 do TP3, onde os grupos expuseram suas ideias de como trabalhariam com os textos:" Poema tirado de uma notícia de jornal" , "Bom dia" e "Salário Mínimo", todos os cursistas presentes participaram, documentaram e interagiram e chegaram a conclusão de que " leitura viva" é quando a pessoa ler com entendimento e reflexão, desta forma lhe será mais fácil a produção textual. A segunda conclusão é que o texto do Jô Soares é um texto escolar para 7ª e 8ª séries, pois é amplo incluindo até o tema "renda familiar", a cada leitura um novo olhar.

Apresentamos o resumo do que foi feito na primeira etapa, envolvendo motivação, reflexão, troca de experiência, dinâmicas, teoria e a prática nas oficinas.



No final iniciamos o TP1, com um comentário geral sobre " variações linguísticas", onde assistimos o vídeo do "Chico Bento no shopping" e para finalizar assistimos "trabalho em equipe".